Tuesday, February 25, 2014

25 de Fevereiro


Eu deveria escrever algo hoje,
deveria criar algo, 
mas a verdade....
E que eu não consigo pensar em nada. 

Fique com alguns dos meus gifs preferidos









Bye bye 


Monday, February 24, 2014

24 de Fevereiro

Diálogos Perdidos 

Ele:  É de fato... Curioso.
Ela:  Essa é uma palavra bem delicada.
Ele:  O que você usaria?
Ela: Feia? Mau gosto?
Ele: Mas você é muito crítica.
Ela: Olha eu sei que você gosta de modernitude toda, mas isso é... Bem isso beira o ridículo!
Ele: Modernitude?
Ela: Sim, modernitude.
Ele: Estamos inventando palavras agora?
Ela: Estamos fugindo do assunto?
Ele: Touché.
Ela: Vamos ver o próximo?
Ele: Você realmente não gostou desse?
Ela: Não!
Ele: Mas...
Ela: Meu bem , essa é a privada MAIS  horrível que eu já vi na minha vida! 

23 de Fevereiro

A culpa é dos filmes


Eu  gosto de filmes de terror, eu gosto de livros de terror, eu gosto de quadrinhos de terror, eu gosto muito de escrever terror, e eu tenho total certeza de que eu sou uma pessoa menos boa do que eu poderia ser por culpa desse meu gosto tão pessoal.
Deixe-me explicar isso melhor exemplificando para que seja mais fácil a compreensão desses assuntos.
Eu não abro a porta para estranhos. Se alguém tocasse minha campainha, com uma faca enfiada no peito pedindo ajuda com todas as forças que ainda lhe restavam enquanto o sangue é bombeado para fora da pessoa em quantidades exorbitantes, eu ficaria dentro de casa e ligaria para a ambulância sem SE QUER considerar a ideia de deixar a pessoa entrar na minha casa.
Eu jamais teria qualquer aventura sexual em uma floresta, por que EU SEI que quem transa em filme de terror  morre primeiro.  Isso vale para aviões, hotéis com histórias assombradas, ou carros parados no meio da estrada.
Sabe aquela coisa legal de “ ir visitar  um lugar mal assombrado”? NÂO VOU. Por que a pessoa que dá a ideia ou o que vi junto e fica sacaneando o amigo(a) medroso, morre também, geralmente de uma forma lenta e torturante pra ver se o babaca aprende a acreditar em histórias de terror.
Não me chame para ir ao lugar da gravação de um filme de terror, não vou. Não vou segurar a boneca que sua avó guardava como lembrança da infância e que morreu abraçada nela. Não vou mudar para uma casa que era um cemitério, não vou passarem um cemitério a noite, não vou para um acampamento onde um menino morreu e todo mundo fala do  espírito dele. NÂO VOU para um passeio em um campo de extermino ou  o local de um grande acidente...

Parando para pensar... Minha vida é um pouco sem ação... Mas eu estou viva então está funcionando. 

Saturday, February 22, 2014

22 de Fevereiro


Medo da Chuva

Eu tenho medo de chuva
Tenho medo de molhar
Dos sons escuros do céu
Do dia que vira noite
da água que cai como um véu.
Eu tenho medo da chuva
De ficar sonha em casa
Da nostalgia fina
Que parece me sufocar.
Tenho medo da chuva
Medo de ficar sozinha
Medo de lembrar
Medo de você
Das coisas boas
Das ruins e daquelas que não lembro mais

Tenho medo da chuva...
E do passado que não ficou pra trás. 

21 de Fevereiro


20 de Fevereiro

Algumas Considerações Pessoais 


Wednesday, February 19, 2014

19 de Fevereiro

Dicas de Janeiro/Fevereiro 

Então beleza, achei que seria legal de colocar no blog um pouco (mais) de minha cabeça em questões de gosto e o que ficou mais marcado.  Como eu comecei hoje vai o experimento, espero melhorar nos próximos meses.


Música: 
The Ready Set - Give Me You Hand



Livro:
O Oceano no Fim do Caminho - Neil Gaiman

Video: 
Out Of Sight.
Trabalho de graduação de três alunos da National Taiwan University of Arts. 



Filme:
A Pele que Habito, dirigido por Pedro Almodóvar 


18 de fevereiro

Estou lendo : 



O Circo da Noite 
Por 
Erin Morgenstern



Abre ao cair da Noite
Fecha ao amanhecer...



Monday, February 17, 2014

16 e 17 de Feveiro

Um Lugar Maravilhoso.

Eram  corredores escuros, muito mais escuros do que Branca acreditava que seriam. Os carpetes do corredor era de um vermelho cor de sangue que a deixou um pouco desconcertada, Branca detestava sangue em qualquer forma, mesmo em cor.  As portas eram negras e faziam o corredor ainda mais escuro, mas o que deixou a jovem com os cabelos arrepiados foram as sombras. Havia longas e estranhas sombras projetadas nas paredes e no chão, eram longas e esguias, cada dedo projetado no chão era como longas lanças .
Se houvesse tempo para notar que haviam muito mais sombras projetadas no chão do que pessoas andando, Branca teria reparado, e isso a faria voltar, as ela estava muito distraída com a voz da mulher. Uma voz que nunca parava, ela falava rápido de mai , e alto também.  Todo aquele barulho estava deixando-a  muito confusa, confusa o suficiente para não perceber que as sombras tentavam desesperadamente agarrar os tornozelos dela.
E de repente, a velha parou de falar, e  parou de mover-se.  
–  Aqui jovenzinha – disse a velha com um sorriso amarelo –  quarto 013, seu quarto.  Temos uma  maquina de lanches no final de cada corredor  e a água quente fica ligada o tempo todo.  
Assim que a velha saiu, Branca abriu a porta e entrou naquela quarto frio e tão... Estranho. Não que ela não estivesse acostumada com quartos de hotéis, mas aquele era o pior de todos que já estivera. Era tudo... bom de mais. Não tinha cheiro de nada, apenas de produto de limpeza. Tão impessoal.

Ignorando completamente a disposição do quarto, que tinha pouco mais do que uma cama  e algumas mesas com abajures sob elas, Branca direcionou sua atenção ao banheiro, se ela não pudesse dormir naquele lugar, poderia ao menos tomar um longo banho e descansar o corpo de uma forma ou outra, um banho era um boa solução.
Branca deixou a mochila na cama, e foi até o banheiro, que também era impossivelmente limpo e sem vido, ela suspirou devagar e olhou com um sorriso para a banheira, talvez o lugar seja um pouco melhor do que ela esperava.   Com um pequeno plano em sua cabeça, a jovem abriu a torneira e foi de volta para sua mochila, ela queria pegar seu telefone e colocar algumas músicas para tocar enquanto relaxava na água quente.
Ela estava buscando nos bolsos quando um cheiro infiltrou-se em seu nariz, era um cheiro muito pesado e metálico, primeiro ela  ficou muito tonta com o aroma tão forte e não sabia de onde estava vindo, antes que ela pudesse  sequer pensar seus pés a guiaram até o banheiro, e a visão que teve fez um grito ecoar pelo hotel.
Congela na frente da banheira, que estava vazando, em vez de água, grandes quantidades de sangue escorria pelo chão empossando para todo lado. O cheiro o banheiro era ainda pior, metálica putrefação, um pavor tangente circulou pelo corpo de Branca. Ela queria correr, ela queria fugir dali o mais depressa que seus pés conseguissem leva-la, mas seu corpo não obedecia, ela ficava apenas lá, parada, vendo as grandes poças de sangue misturam-se avançarem em sua direção.
O grosso líquido negro movia-se lentamente, quase coo se tivesse vontade própria, Branca sufocava-se com seu próprio grito, como se estivesse se afogando em um água invisível.  Seu coração disparava, e a jovem desesperava-se pensando que talvez agora, depois de tanto tempo, ela finalmente tivesse encontrado um fim... O sono eterno, apavorada ela fechou os olhos então...
A água voltara a correr tranquila na banheira, não havia cheiro ou cor...  Nada  de poças escuras, ou movimentos estranhos...

- Que diabos está acontecendo aqui? 

Saturday, February 15, 2014

15 de Fevereiro


Diário de uma Dieta.

RECEITAAAAAAAA.
Sim receita, e dessa vez é de verdade, algo simples pra qualquer um fazer com ingredientes simples que toda pessoa normal deve ter em casa.
Pão e Ovo.
A idéia é fazer algo fofo e saudável para quem precisa de um café da manhã com poderoso, pra quem quer impressionar o amado(a) ou quem quer sair da rotina sem perder o esforço da semana.

Então se você não sabe cozinhar, ou sabe e esta com preguiça de fazer qualquer coisa elaborada, aqui vai a receita.

OVO NO BURACO!

Ingredientes e Instrumentos

Uma (1) Frigideira média.
Uma (1) espátula, ou garfo
Um (1) copo de boca larga
Um (1) Ovo
Uma (1) Fatia de pão de forma
Algumas colheres de margarina( é pra umtar, então nem vem com medidas exatas.)

Modo de Preparo.

Primeiro, coloque a frigideira no fogão, em fogo BEEEEMMM baixo, pra pre aquece-la.
Dpoi em um parato, coloque a fatia de pão de forma e com um copo faça um buraco no meio.. Tire o meinho , mas guarde ele será fritadinho.
Bem coloque um pouco de margarina na sua frigideira, o suficiente para cobrir o fundo todo. Coloque o pão de forma com buraco no meio e o pedacinho redondo.
Quebre o ovo com cuidado DENTRO DO BURACO. (entendeo o nome da receita agora?).
AVISO, não se desepere se um pouco da clara escorrer pelos lados, é normal e vai dar um ar caseiro fofo.
Bem, ainda no fogo baixo deixe o ovo fritar um pouco depois com sua espatula ou garfo, vire o ovo com a maior delicadeza do mundo, assim não quebra a gema. também é um pouco comum esparramar a claro e/ou a gema se o ovo não tiver frito o suficiente.
 Deixe fritar do outro lado, e não se esqueça de virar o pedacinho redondo no processo.
Essa parte depende, de você gosta de gema mole ou dura,  eu prefiro ela bem durinha então eu deixei um pouco mais de tempo.

...
Honestamente é isso. depois que o ovo fritou, desliga-se a frigideira e coloca o Ovo No buraco no prato, com a rodelinha e COME.


Fica mais ou menos assim, essa foto é da internet, eu esqueci de tirar a foto do meu quando estava fazendo.

Se você tiver cortadores de biscoito serve também pra mudar a forma e ficar mais festivo.
Tipo esses aqui :




Friday, February 14, 2014

14 de Feveireiro


                              


Happy Valentine's Day

De Acordo com a Wikipédia: 

Dia de São Valentim é uma data especial e comemorativa na qual se celebra a união amorosa entre casais sendo comum a troca de cartões e presentes com simbolismo de mesmo intuito, tais como as tradicionais caixas de bombons. Em Portugal, assim como em muitos outros países, comemora-se no dia 14 de Fevereiro. No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de junho, véspera do dia de Santo António, também conhecido pela fama de "casamenteiro".

Ou seja, lá na gringolandia hoke é o dia do amor, onde todas as pessoas estão afogando-se em corações e coisas cor de ros, então, por eu não ter mais o que fazer e estar completamente sem idéia pra escrever hoje... Resolvi fazer uma seleção de alguns dosmeus casais preferidos do cinema, um da literatura.  Então... Lá vai. 

Lady e Vagabundo

John and Claire

Anna e Kristoff
                                                


Jack e Ennis

Bela e Principe Adam

Amelié e Nino

Rachel e Luce

Iris e Miles

Romeo e Julieta 

George e Meg







E finalmete o beijo mais fofo e mais maravilhoso de todos os beijos da literatura... 
Peter Pan e sua Wendy 

13 de Fevereiro

O Fim

Meus pulmões ardiam pelo esforço de gritar, parecia que eu ia acabar sufocando em minhas próprias lagrimas. Estávamos no fundo de um poço que nós mesmos havíamos cavado, infelizmente juntos.  
Então de súbito eu parei de gritar e me joguei no chão, mãos e braços abertos, eu tinha desistido.  
- O que está fazendo? – ele gritou confuso e assustado com minha atitude repentina.
- Desistindo, cansei de brigar.
Essa era a verdade estava esgotada daquele veneno que havíamos nos tornado, foi uma verdadeira surpresa o ver deitar ao meu lado.
- Não costumávamos brigar tanto – Havia uma nostalgia triste em sua voz.
- Não ... – Admiti
- Você consegue achar uma explicação? Um por que para tudo isso?
- Não somos mais os mesmos...  – falai enquanto minhas lagrimas escorriam pelo meu rosto.
Ele segurou minha mão, pela primeira vez sem nenhuma raiva ou luxuria era só carinho e disse com uma suavidade melancólica:
- Somos a sombra do que um dia fomos... Eu perdi a mim mesmo... E você já não é quem costumava ser... E juntos destruímos o “nós” que existiu...
- Como não percebemos isso? Por que a gente não notou? – perguntei do fundo do coração.
- Acho, que estávamos gritando um com o outro.  – Ele riu baixinho mas sem achar muita graça, eu ri junto.
Acariciei a mão dele fazendo pequenos círculos com meu polegar.
Ele respirou profundamente, uma, duas , três vezes  eu havia convivido tempo de mais com ele e sabia que ele estava buscando coragem para falar alguma coisa... E falou:
- E o que fazemos agora?
- Eu não sei ... – fui sincera
Nos dois sabíamos o que ia acontecer, sabíamos o que devíamos fazer precisávamos apenas aceitar o fato,  “aquilo” entre nós estava sendo tão destrutivo para ele quanto para mim.
E era torturante estar junto daquela maneira .
- Acho que já...- Começou ele, mas a voz morreu antes de terminar a frase.
- Que não podemos mais?
- É... Já não podemos mais
- Acho que estamos nos envenenado... – respondi triste a uma pergunta  que pairava no ar
- Chegamos a um ponto em que nenhum de nós agüenta mais.
- Precisamente
Encarávamos o teto do apartamento vazio, e segurávamos, um do outro, como se fosse a tábua de salvação em uma tempestade bravia.
Com o rosto lavado de lágrimas eu admiti:
- Não quero te perder assim.
- A gente ainda pode escolher como isso acaba... Já não podemos mudar o que passou, mas ainda temos a chance de escolher como vai acabar. Escolher o nosso final
- Você não vai matar o herói na cena final do filme vai? 
Rimos junto, um riso triste e quase sem vida, era o final da nossa jornada juntos, uma vida a dois que foi tão boa quanto destrutiva.
- O que fazemos agora? – perguntei
- Agora?
-É...
- Nada, penas ficamos aqui um pouco...
- Suspirei de olhos fechados – E depois?
- Depois?  Ah depois terminamos nossa história, sem lágrimas e sem ofensas. – Ele fechou os olhos também.


Wednesday, February 12, 2014

12 de Feveiro

Querido Diário,

Acabei de ler A Menina que Roubaa Livros.
       Estou emocionalmente instável.

Não espere nada de mim hoje... 


Tuesday, February 11, 2014

11 de Fevereiro

Antes de mais nada – Disse  homem que a abordou na festa da faculdade. – Eu só quero conversar, pelo menos por agora, depois eu vou tentar te chamar pra dançar.
– Eu acho que eu vou dizer não  – Ela respondeu com um sorriso gentil, estava achando aquilo bastante cômico.
– Você nem deixou que eu apresentasse meus argumentos.
– AH... Você tem argumentos? – Ele acenou com a cabeça e tomou um gole da cerveja dele. Ela olhou em volta e voltou os olhos para ele. – Ok.  Mostre-me seus argumentos.
– Bem, eu estou sozinho, você está sozinha.  Eu e você estamos sem bebidas nas mãos – ele disse jogando a lata de cerveja no lixo  – As músicas tocando são legais e dançantes. E embora dançar sozinho é bom, dançar com alguém é sempre melhor.
Ela pensou em mencionar que os argumentos dele eram bastante subjetivos e nem eram muito bons, mas ela não disse nada.  O que para ele foi uma vantagem, uma vez que... Ele não saberia o que dizer depois daquelas conclusões.
– Então? – Perguntou ele empolgado.
Ela pensou por um momento e sorriu, um pouco culpada.
– Acho que não... Eu vim...
– Deixe-me adivinhar – Ele disse  confiante. – Você veio aqui com suas aias e não quer ser incomodada por que você quer fazer companhia a elas? Mas meu bem, eu estou pedindo apenas uma dança.
Ela suspirou e olho em direção a outra jovem, que vinha do bar com duas latas de refrigerante. A outra jovem olhava para os dois com um ar muito curioso e bem humorado ao mesmo tempo.  
– Viu, sua amiga nem vai se importar.
– Ela não é minha amiga.
– Não?
– Não, é minha namorada.






Monday, February 10, 2014

10 de Fevereiro

Algumas Considerações Pessoais. 






9 de Fevereiro

Eu amo maquiagem, amo mais do que eu deveria... E eu amo ler, então resolvi juntar as duas coisas em uma só e fazer uma maquiagem baseada na capa do livro "A Menina que Roubava Livros". Não sei se ficou bom mas...Fui eu que fiz. 


Sei que não sou muito de falar com quem lê o blog
Mas, quem quiser fazer um pedido de maquiagem 
baseada em um livro ou personagem...
Só pedir. 

Saturday, February 8, 2014

8 de Janeiro

Ela
Era uma noite quente, insuportávelmente quente. Ela deitava-se na cama e sentia o colchão sob ela fervendo, os lençois grudavam em seu corpo, colavam nele como uma nova pele. O ar ao seu redor estava pesado, úmido… Quente, era difícil de respirar, difícil de mnter os olhos fechados enquanto seu corpo era icinerado de dentro para fora e de fora para dentromao mesmo tempo. 
O pior no entanto não era o infernal calor que a arrematava como uma laço prende um bezerro, era a música, aquela sinfonia dos diabos chamado “funk” que tocava em um carro rebaixado com o porta-mala transformado e, um portão para a sala do capeta, ou como os jovens constumavam chamar, um som. A música eram tão auta que ela considerava realmente o quão ruim seria se ficasse surda?
“Será que doi enfiar um garfo no tímpano?”
Se questionava ela enquanto lutava com os lençois feitos do que parecia ser fogo líquido aderindo a sua pele. 
Maldição.
Como podiam as pessoas gostar daquilo? Como podiam adorar a estação do calor e divertir-se com músicas de tamanho mal gosto? Ela bufava e rollava na cama, não fazia o menor sentido, e aquilo estava começando a tirar a jovem do sério!
Fechou os olhos pela milhonéssima vez, mas diferente das outras tentativas, ao cerrar as palpebras ela pode ver algo que… Não deveria. 
Era um tanque de gasolina, com um microscópico furo, que gotejava devagar, cada gota escorria por um tubo que ela não conhecia o nome e caia no chão. Cada gota levava um tempão para cair, e de alguma forma eu podia ver isso. Via também que a gota caia perto de um fio, um fio que se fosse desemcapado… Se liberasse uma pequena faisca…Só uma faísca, a coisa toda iria pelos ares, e seria… Lindo. 
Enquanto a imagem se formava em sua cabeça, ela sentia uma falta de ar insuportável. Como se uma enorme mão invisível apertasse -lhe a garganta impedindo a passagem de ar. Ao observar em sua mente o lento caminhar daquela infeliz gota a jovem lutava por ar, a mistura de contentamento pela nova e muita estranha, forma de ver as coisas que estavam fora do alcance de seus olhos, e o desespero que a falat de ar lhe causava. Um grito sufocava-se em sua garganta seca que pedia, implorava por ar. 
Então aconteceu, junto com seu grito uma explosão. Algo tão forte, tão perto que fez tremer as janelas do quarto da república em que vivia. O cheiro de queimado, os gritos e ela finalmente voltara a respirar. O ar entrava devagar em seus pulmões, um ar pesado, cheirando a queimado, deixando o quarto ainda mais quente. Se é que tamanha infelicidade era possível.
Quando se normalizou sua respiração, já não ouvia nada, e o calor, devagar foi dissipando-se em uma brisa só dela. Então, conseguiu dormir 
Dormiu por horas.
 Havia uma nuvem negra sob o céu na manhã seguinte, e um nuvem ainda mais escura sob as pessoas na sala. Havia um jornal e sussurros.
– Morreram? – perguntou uma
– Todos eles... – respondeu a voz masculina
– Como? – perguntou uma voz infantil
– Eram bons meninos... – disse a primeira voz
– Jura? Eu sempre os achei chatos. – Disse a voz infantil
Um som característico de um tapa, e então ela entrou na sala segurando uma caneca de leite morna, havia um sorriso calmo e descansado nos lábios dela, os dois mais velhos, os pais, tentaram sorrir mas não conseguiram.
– Você não vai acreditar no que aconteceu. – Disse o homem, mas ela sabia o que havia acontecia, e  gostava do resultado, mas mesmo assim respondeu com um olhar, quase surpreso

– O que aconteceu?  

Achei mega fofo e com uma ideia muito válida. 


Friday, February 7, 2014

7 de Fevereiro

Frustações cotidianas. 


Eu sou a pessoa mais inapta para tocar qualquer tipo de instrumento, minha voz é assustadora, eu não tenho ritmo, eu não sei dançar... No entanto, eu amo música com todas as forças do meu ser.
Meus fones de ouvido são uma extensão da minha querida orelha e eu estou sempre cantando a minha cabeça, eu tento ficar com elas dentro da cabeça por que... Bem como eu já disse que minha voz é quase letal. 
E ainda que seja maravilhoso que eu tenha a minha FM Mental, eu tenho um sério problema com música... Toda história que eu escrevo, seja um dialogo, poema ou conto, tem uma trilha sonora, e por isso muitas vezes uma música pode me dar a inspiração para escrever uma história.
O que me frustra é quando eu escuto uma música muito perfeita, que beira o épico, e eu sinto aquela vontade de escrever alguma coisa que seja tão belo e perfeito quanto a música e ai... NADA.
Isso me frustra, ME FRUSTRA MUITO, eu tenho uma lista de  músicas que eu amo e que me fazem querer escrever e eu nunca consigo  fazer nada com elas... Então resolvi mostras as cinco piores/melhores músicas da minha vida, e se alguém entender o por que eu não consigo escrever com elas, mesmo que eu ame as músicas, me ajude!


  1. Endelessly - The Cab
  2. Out of My League - Stephen Speaks 
  3. All the Right Moves - One Republic 
  4. Ever Fall In love - Stiff Dylans 
  5. Let Go - Frou Frou 




Thursday, February 6, 2014

6 de Fevereiro

Um lugar maavilhoso.

Branca olhou para o pequeno lugar e sorriu lentamente, bem aquilo era algum tipo de sorte, ela um pequeno lugar com as paredes descascando e... Cortinas azuis. Exatamente o que ela precisava naquele momento. Pegando sua mochila e trancando o carro Branca saiu sorrindo cansada e começou a caminhar para o hotel.
Havia um pequeno caminho de pedras brancas e cinza que levava até a porta do Hotel, as pedrinhas eram muito redondas e brilhavam com a luz clara do amanhecer, aquele brilho, aquela luz, trouxe algumas memórias muito antigas, rostos e vozes que ela... Duvidava que todas aquelas lembranças eram ...Dela. Ela sentiu um arrepio frio descendo por suas costas e escutou uma voz, uma voz sem corpo, assustadora, um sussurro  estranhamente familiar.
– Vá embora. Vá embora agora.
Normalmente Branca escutaria sua intuição, se escutasse uma estranha vo em sua cabeça ela daria meia volta e procuraria outro lugar para ficar, mas... Aquele era um hotelzinho tão bonito, com cores tão simpáticas... Exatamente o que ela queria e precisava, mas que ela estivesse ouvindo vozes, por que deveria fugir daquele lugar?
Ela entrou no salão de entrada, parecia uma casa antiga, era linda.
– Com...Com Lisença? – Disse Branca ao para perto do balcão.
–  Olá, boa noite, Bem Vinda ao Motel Califórnia.  – respondeu uma mulher com cinquenta e alguma coisa anos apareceu, ela tinha o cabelo muito branco e olhos negros como  Branca jamais vira.  Ela sorria docemente para a jovem cansada. – Em que posso ajuda-la querida?
– Er... Você tem... quartos disponíveis?  – ela perguntou nervosa, por algum motivo.
– Oh sim, claro que temos – Disse a velha virando-se para pegar uma prancheta com um formulário. – Não são muitas pessoas que aparecem por aqui.
Branca olhou para a folha em branco e olhou em volta, ela podia escutar o burburinho de várias vozes falando ao mesmo tempo, mas não havia ninguém por perto, pelo menos ninguém na recepção... Mas se pó hotel estava tão cheio, por que a senhora havia dito que quase ninguém aparecia por lá?
– Assim que você terminar isso,posso te levar a um dos nossos mais confortáveis quartos. – a senhora trouxe Branca de volta de seus devaneios  e ela começou a preencher o formulário.
– A senhora trabalha a muito tempo aqui? – rança perguntou entregando a prancheta.
– Desde a criação desse lugar queria.           
– Ah... Você é a dona?
–A dona, a gerente, camareira... Eu sou a única aqui.
Ao ouvir essa frase, Branca começou  seguir  a mulher, ainda ouvindo um estranho burburinho, como se viesse pelas paredes, ou pelos quartos... Mas eram tantas... Não parecia possível que todos as pessoas estivessem em um hotel tão... Minúsculo.
Ao entrar no quarto, havia uma enorme estampa na colcha branca que estava na cama dentro  do quarto quente.
Motel Califórnia.
Motel... Califórnia.  Califórnia… – Ela sorriu levemente quando começou a murmurar uma música que ela gostava muito.  – Quase como a música... Hotel California.
A senhora estava para na porta e sorria com um estranho  sorriso cheio de uma malicia que Branca sequer notou enquanto ela murmurava a música para ela mesma.  

– Exatamente... Quase como a música.

Tuesday, February 4, 2014

4 de Fevereiro

Nessas minhas andanças pelo mundo da Internet eu encontro coisas bastante curiosas, uma das coisas que eu achei foi a referencia para o site de uma artista, Ruby Spark, que criou esses designes de frascos de perfume inspirado nos vilões da Disney. 
Eu achei maravilhoso, por que... Bem eu amo perfumes, é uma obsessão louca da minha parte e segundo por que é da DISNEY!  Infelizmente são apenas desenhos.... Eu realmente não me importaria de usar um perfume da Rainha de copas, que eu imagino que tenha um toque de rosas e ouras flores, ou o do Hook, que na inha cabeça, seria algo um pouco cítrico e refrescante, que foram os meus preferidos. 


Se você quer ver os originais, estão aqui! 

Monday, February 3, 2014

3 de Fevereiro

Se

Se eu fosse uma canção
Qual seria meu tom?
No espaço do meu compasso
Me perderia no meu infinito
Que já não é particular...

Se eu fosse uma canção
Qual seria meu refão?
Quantos versos eu teria?
Quantos corações eu tocaria?

Se eu fosse uma canção
Poderia estar na sua trilha sonora?
Ser o tema que toca no fundo quando você anda?
A música que entoa naquela hora, que sua ideia linda aflora?

Se eu tocasse no rádio
Você pararia para me escutar?
Cantaria junto?
Deixaria seu corpo dançar?

Se eu fosse uma canção...
Poderia ser só sua?


Saturday, February 1, 2014

1 de Fevereiro

Coisas que eu quero fazer antes de morrer. 
(Lista incompleta)

  • Ler um livro para alguém embaixo de uma árvore. 
  • Raspar o cabelo em máquina dois.
  • Nadar com uma caudada de sereia de silicone. 
  • Encontrar um amigo(a) que eu conheci pela internet.


30 & 31 de Janeiro

Um lugar maravilhoso...

Era a segunda mudança em três anos, para a maioria das pessoas aquilo seria algo bom, novidades, transformações... Mas para Branca, aquilo era um pequeno inferno que girava sob a cabeça dela. Levaria tempo de mais para que ela se acostumasse com a nova casa, com o novo quarto...
A insônia crônica que havia seguido ela a vida toda como uma maldita sombra estava um pouco mais fácil de controlar agora que ela estava mais velha, mas era algo mais fácil de controlar quando ela estava em um ambiente que ela conhecia não algo completamente novo.
O céu escuro da madrugada começava a clarear, Branca estava dirigindo por pelo menos vinte e duas horas, não havia parado em momento nenhum, não era uma coisa simples para ela deixar todas as coisas boas que ela conseguia para trás, mas se seu emprego lhe pedia isso o que ela podia fazer?  Arrugar as malas e encontrar uma nova casa...
Presa nos amargos pensamentos Branca mal percebeu quando a estrada começou a ficar borrada e os postes e luz dançavam na gente dela. Com absoluta certeza ela não iria dormir aquela noite, mas descansar um pouco, isso seria muito bom.
Piscando devagar, ela tentava achar um lugar onde ela pudesse parar por um pouco, seria maravilhoso encontrar um hotel por perto... Pensou ela com uma longa e cansada piscada. Imaginando uma cama quentinha e um chuveiro, em um lugar pequeno e confortável, com cortinas azuis...Ela sempre gostou de azul...

Então o carro parou!  Do nada e sem qualquer motivo aparente. E parou na frente de um pequeno hotel com uma placa luminosa com algumas letras faltando, mas no que Branca pode deduzir estava escrito.

Motel California.